Vamos pra Finlândia?

Enquanto me reorganizo para viver mais um Ano Remoto, compartilho mais este post “retrô”…  Espero que você curta embarcar para Helsinque comigo!

A Finlândia comemora 100 anos de independência em 2017, com muitos eventos interessantes acontecendo por lá – inclusive a inauguração de um museu dedicado aos Moonins, os fofinhos personagens criados por Tavi Jansson, que  mostro no final do post.

Refresco à finlandesa by Fe Prats

Guest-Post, publicado originalemnte no site Juliana e a Moda

Eu já tinha falado que tenho loucura pelos países frios, mas a cidade que Fe traz pra gente hoje é mais do que especial. Não sei porque, mas Helsinki sempre foi o lugar que mais tive vontade de conhecer. Nunca estive lá, ainda irei, mas pra mim a Finlândia tem algo mágico, distante, diferente, inatingível, não sei bem explicar, que mexe com a minha imaginação… Obrigada, Fe, por mostrar um pouco dessa terra pra gente! <3)

olha-as-pessoas-tomando-sol-nessa-pedra

Pensei que não teria muito o que contar de Helsinki… Estar por lá no auge do verão fez com que eu me sentisse meio que de férias – e também me desligasse dessa história de “Terra do Papai Noel”. Encontrei um amigo que já conhecia a cidade e me deixei levar, despretensiosamente. A gente andava o dia todo, a noite toda, com roupas leves e havaianas nos pés. Ficávamos papeando às 3 da madrugada pelas ruas… e, de repente, clicava: que segurança! que educação! que estilo escandinavo carregado de influências soviéticas, tão diferente do que eu já estava assimilando!

role-madrugada

Confesso que fiquei meio decepcionada com o Normcore vigente… nada muito inspirado, sabe?

bored-couple

 

Além de uma galera cafoninha mesmo, de cabelo e saia mullet ou look gótico tipo “festa à fantasia”. Também, os shoppings e lojas mais populares pareciam templos comunistas em vez de templos consumistas kkk

E minha expectativa era algo na vibe da MARIMEKKO, marca finlandesa de moda e housewear, celebradíssima em toda a Escandinávia pelo colorido dos prints exclusivos, famosa desde os anos 60 quando ninguém menos que Jaqueline Kennedy vestiu na campanha presidencial #támeubem?

marimekko-pufes-na-entrada

Claro que comprei uma peça “na fonte”:

look-viseira-marimekko

Depois, fui checar uma loja bacaninha de second hand no Design District (que é mais focado em lojas de decoração e galerias):

2nd-hand-no-design-district

Errando um caminho, descobrimos a Weird Antiques – mix de loja, bar e túnel do tempo, com direito a mobiliário de avião da Pan Am, muitas peças vintage e uma turminha old school bebericando ao som de Elvis à beira-mar. Novo clique: o melhor não está escondido, é só procurar fora da caxinha (ou dos guias).

fachada-wa

weirdantiques-bar

weirdantiquesbar

Claro que amei os museus e pontos turísticos, me emocionei na igreja escavada na pedra

igrejinha-na-pedra

…E ao ver flores nos canhões de Suomelina, a ilha-fortaleza:

canhao

Mas curti bem mais os rolês de metrô, a prainha que ficava perto de um cemitério com jeitão de russo…

prainha

…E, ai que delícia, uma sauna tão secreta que muita gente da cidade nem conhecia – e a dona me pediu encarecidamente para não divulgar, mas posso dar o contato inbox para quem for mesmo pra lá, ok? Nada de sacanagem, o diferencial é que a gente pode se refrescar direto no mar quando sair do calorão.

Nossa, ainda nem contei do estádio Olímpico de 1952 onde me hospedei por um tempo num legítimo alojamento para atletas, junto ao complexo de piscinas que era um dos “points do verão” e orgulho dos finlandeses, fanáticos por esporte.

look-saindo-do-alojamento-no-clima

Das ruas largonas, com prédios imensos de arquitetura tão diferente entre si que me dava a sensação de ser uma mosquinha pousando numa colcha de retalhos.

predio

Da escrita bizarra, cheia de letras repetidas (adoreeeeei!!!), e palavras diferentes como Ravíntola, Kausi, Hiukset, Kenkä, Jäätelö” para Restaurante, Estação, Cabelereiro, Sapato e Sorvete, nessa ordem.

museu-escrita-bizarra

palavras

De como também me apaixonei pelas personagens fofinhas de Tove Jansson, que rivalizam em popularidade com o Papai Noel por lá:

expoTJ-lojinha-do-museu

TJ-lojinha-museu

Bom, só “peguei no tranco” quando meu amigo foi embora. Aí fiz SAIA DE CAMISA, me joguei nos bate-volta pra lugares que podia acessar facilmente a partir dali (Taillin, capital da Estônia e Saint Petesburgo na Rússia) e decidi prolongar a trip até a Islândia… mas isso eu conto depois, tá?

Até o próximo post, beijosssssss!!!

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