Descobrindo Colombo – Parte 2

Minhas dicas para você curtir Colombo sem stress.

Cada viajante tem um estilo, mas há algo comum a todos que chegam a uma nova cidade: nada é familiar. É preciso fazer escolhas a todo momento, encontrar coisas e lugares, administrar tempo e vontades – muitas vezes, também tendo que negociar tudo isso com quem está junto. Aí você lê um parágrafo maravilhoso sobre um lugar que na verdade é me-do-nho e fica com a sensação de que TEM QUE VER a tal atração da foto ou que está perdendo o melhor da viagem porque certo evento rolou na semana anterior.

No caso de Colombo, no Sri Lanka, não é diferente. Por mais que muitos sites e guias insistam que a cidade tem pouco a oferecer em termos de turismo, alguns roteiros sugeridos podem levar à exaustão! Não tenho a pretensão de te guiar ou impor o meu estilo, mas sei o quanto ajuda ter referências honestas sobre um lugar que se vai visitar. Então hoje vou compartilhar 3 achados bem relax que fiz em Colombo:

Colombo-hotel-pools-pratserie-blog
Na sequência: Ozo, Mount Lavinia and Cinnamon (em foto minha, sem retoque).

A FINA NA PISCINA

Desculpem o trocadilho e a riminha infame, mas sempre me empolgo ao dividir essa informação. Em Colombo, não é preciso gastar rios de dinheiro para desfrutar da piscina dos hotéis de luxo no centro da cidade, como o Cinnamon Lakeside (meu preferido), Galadari, Ramada e até o Hilton. Basta pagar por volta de  USD $ 10 e, literalmente, se jogar. O Mount Lavinia Hotel, também oferece essa possibilidade com a vantagem de ser de frente para a melhor praia da região – que fica a uns 40 minutos do centro. Se você quiser apenas nadar, converse com o segurança do Kinross Club pra entrar por menos de USD $ 2 – o lugar é bem tosco, mas também tem um trecho de praia (feiosa) em frente, onde dá pra arriscar umas braçadas no mar.

Para fazer a fina sem pagar nada pra isso, recomendo o happy hour à beira da infinity pool do Ozo (nunca entrei naquela piscina, mas frequentei várias vezes o terraço do hotel para curtir o pôr de sol na cidade por um ângulo privilegiado, como na minha foto de capa deste post). É super tranquilo, basta subir até o 14º andar. Aí, você não gasta com day-use e pode investir quanto quiser nos seus drinks. Os coquetéis à base de arrack que eles oferecem no On 14 tem preços bem razoáveis e ainda rola promoção “pague 1 leve 2” das 17 às 19h..

Arrack é a “pinga” local. Um destilado com alto teor alcoólico, à base de coco. Nada a ver com o famosos drink árabe, Arak, que tem sabor de anis..

Templos-budista-e-hinduista-Colombo--pratserie-blog.jpg
“Enfim sós” com Buda e o lindo templo Hindu despontando no meio do feio caminho.

TODOS OS TEMPLOS

Com a grande diversidade religiosa do Sri Lanka, não entendo por quê os turistas se concentram no templo Gangaranmaya – tão famoso que até tem site. Ele não deixa de ser interessante, com grama artificial na entrada, peças vintage (tipo TV preto e branco) empilhadas em alguns ambientes como se fosse um brechó e muitas imagens de Buda, claro. Tudo sempre lotado de visitantes. Na minha modesta opinião, os templos mais bacanas são os menos populares entre os estrangeiros. Aqueles onde o povo local realmente vai para fazer suas rezas  e reverências. Detalhe: você nem precisa acionar o Google Maps para achar lugares assim, basta dar umas voltinhas despretensiosas para encontrar vários templos budistas, hinduístas, mesquitas e igrejas incríveis pelo caminho.

HORA DO CHÁ

Pra encerrar, repito a primeira dica que dou para quem vai percorrer o circuito turístico de Colombo – que vou destrinchar à minha moda em outro post. Por mais que o trajeto seja curto, o calor é sempre forte. Então aproveite para se refrescar e dar comfort food pra alma com um produto 100% made in Sri Lanka.

Crazy-Sri-Lankan-branding-by-pratserie-blog.png.jpg

Oooops, não os da imagem acima! Mas esse tipo de “inspiração” no estilo de marcas consagradas funciona super bem no  T-Lounge by Dilmah  Pense numa espécie de casa de chá com uma pegada de Starbucks. Não que haja filas de pessoas entediadas à espera de um qualquer-coisa-latte. Mas a Dylmah elevou o status de seus chás da mesma forma que a rede americana fez com o café. Neste ambiente climatizado, com bom wi-fi e poltronas confortáveis, os chás da famosa marca local brilham como ingrediente-surpresa nas receitas de diferentes salgados e doces, além de serem degustados da forma tradicional ou em frapés e, voliá, lattes. Latas de chá são o principal elemento da decoração e até a rádio que toca por lá é “tea-inspired”, de acordo com a voz suave do locutor…T-Lounge by Dilmah (pratserie blog).jpgDeixo vocês saboreando esse aperitivo, então.  Até o próximo post!

Beijos, Prats

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