Top 5 – Trilhas pra Viagem

Como meu sexto mês remoto mal começou***, vou continuar nas listas de cinco – até porque eu adoro um “Tópi Faive”.

Vamos lá? Uma música por país. Selecionei pelo que mais me tocou a cada etapa desta jornada como nômade digital. Nem todas são atuais ou nacionais nos seus respectivos países, Inclusive, nenhuma faz parte das playlists que a turma do Remote Year preparava todo mês. Mas antes…

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Antes faço menção honrosa a um clipe que assisti pela primeira vez quando visitei a embaixada brasileira em Liubliana. Pra ficar pronto e liiiindo como vocês vão ver, foram mais de 2 anos na realização, com os profissionais envolvidos se comunicando remotamente a partir de várias partes do mundo: Senegal (onde foi rodado), Bélgica, Cuba, Eslovênia… E contando com muita garra brasileira pra finalmente estar ao alcance de todos: “Se é necessária uma grande dose de coragem para levar a bom ponto qualquer projeto cultural (e não é à toa que “coração” está no cerne da palavra coragem), uma produção independente requer ainda maior audácia” –  resume minha amiga Kátia Gilaberte, que assina o roteiro e a produção executiva. Então se ligue no número 4 da lista:

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  1. Malásia – Quand Tu Danses (Jean-Jacaques Goldman). Esta é a mais tocada do playlist que ganhei de um belga em Penang, mon petit ami por quelques jours… Sim, os homens ainda mandam música.
  2. Turquia – Bangir, Bangir (Gülsen).Trilha sonora deliciosa, made in Istambul. Adorava ver as pessoas dançando, cantando e sorrindo, sempre olhando nos olhos umas das outras. Depois percebi que os turcos fazem sempre assim. Eles parecem declamar as letras com muita dramaticidade, mesmo que não sejam tão profundas.
  3. Croácia – Corner of the Earth (Jamiroquai) tocava em looping na minha cabeça a cada banho de mar, cada passeio, cada figo colhido da árvore… A beleza e o perfume de Cavtat me davam a sensação de acolhimento – por mais que, racionalmente, eu prefira meu “canto no mundo” num lugar mais urbano. 2015-11-11 17.42.35
  4. Eslovênia – Argay (Frères Guissé). Essa música é do mundo, mas marca meus dias em Liubliana. Não deixe de ver o clip e ler a sinopse. É um trabalho muito, muito rico. E o que dizer da escapadela pra assistir ao show histórico de Caetano Veloso & Gilberto Gil, logo ali,  na Itália? Dois amigos, um século de música… e depois desta reboladinha, Andar com Fé também grudou feito chiclete na minha cabeça – mas como sempre foi trilha na minha vida considero hours concours!
  5. República Checa – Je Vole (Louane Esmera). Fiquei obcecada pela trilha sonora do filme “A Família Belier” e pelo talento da cantora, que acabou levando o César de atriz revelação. O mesmo aconteceu muito antes de pensar em ir para Praga, quando assisti “Once” e pesquisei tudo sobre uma cantora e atriz chamada Marketa – ela é checa, vale checar. Haha, este tipo de trocadilho era um must no primeiro mês de Remote Year:  check the czeck!!!20151105_122641

***Aqui preciso fazer um update. Estou em Bali há menos de uma semana, depois passar uns dias em Singapura – acabei “ganhando” a estadia por lá, graças à  poeira que o vulcão Ruang lançou na atmosfera, fazendo com que vários võos fossem cancelados. Devo reencontrar o pessoal do Remote Year no Vietnã, mês que vem.

Até o próximo post!!!

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