Entreorelhas – Singapura

Como é a vida em Singapura? Veja o que descobri por lá, com direito a trilha sonora de viagem.

As coisas estão acelerando nessa etapa da jornada e tenho muito para contar sobre que tem passado pela minha cabeça.

Depois de 5 meses regradinhos nas estadias de um mês por cidade/país, acabo de passar 50 dias divididos entre Singapura, Bali, Kuala Lumpur — até chegar em Hanói, de onde escrevo.

E esta série de posts vai acompanhar esse ritmo. Então, não quero esperar até que a conta feche em 5 destinos para postar outro Top 5

Estou pronta para compartilhar novas histórias através das trilhas sonoras das viagens e vivências em cada uma dessas cidades.

Corta para os mini flashbacks de Singapura!

Slinging in Singapore

Certamente, o drink é melhor que meu trocadilho. Só que faz sentido começar assim, pois minha passagem pela cidade foi tão rápida que quase não tomei um Singapore Sling in loco.

Cinco dias em Singapura são suficientes para fazer bons achados? Acho que Sim.

Dediquei meu tempo à pesquisa de moda e foi assim que a música do final deste post chegou até mim. Pra variar, não me prendi a uma banda ou artista local, mas mantive a pegada da série Entreorelhas que é mostrar o que toca nos meus fones (e escrever sobre o que me toca) em cada viagem.

Só de sacanagem, vou continuar com os trocadilhos para contar como foi isso… mas aguente firme que tem mais sobre Singapura na sequência.

K-Pop no lançamento da pop-up

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Auê no shopping para um lançamento na Monclair, que foi cercada por um bando de fãs de um tal de Z.Tao... Ele é um rapper chinês, que também faz vocais para uma banda de K-pop chamada EXO.

Prazer em conhecer!

E olha que conheci até os #celebrityproblems do rapaz porque também tive que atender pedidos de fotos com fãs (dele) que também se empolgaram com a presença desta brasileira por lá.2015-11-15 12.31.56

Cidade artificial

Singa é uma versão mais pura de Vegas.

Alguém me segura nos trocadilhos? Grata.

Deixa eu explicar minha impressão de um jeito mais sério. Assim como acontece na capital americana do jogo, tudo é artificial e/ou importado na cidade de Singapura:

  • As árvores da cidade (muitas vindas de nosso país) passam por manutenções bimenstrais.
  • Certos tipos de comida, que a gente encontra facilmente no Brasil, são verdadeiras raridades em Singapura. As carnes em peças são um ótimo exemplo disso,  apenas cortes limpos e congelados chegam ao mercado.
  • As luzes da cidade são acionadas automaticamente, mas a energia pra isso é comprada da Indonésia.

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Calor Singapurense

Com as altíssimas temperaturas de todos os dias, o povo local quase não transita pelas calçadas. Até dizem que dá para identificar quem é turista com isso!

Há uma série de passagens subterrâneas onde dá para caminhar no ar condicionado — o que é super necessário, inclusive, para se proteger da névoa de poluição gerada por queimadas na vizinha Malásia.2015-12-18 23.54.05.jpg

Segurança 24 Horas?

Há uma infinidade de câmeras registrando o que acontece nos 700 km quadrados de Singapura. Elas são posicionadas estrategicamente, tanto por órgãos públicos quanto empresas, residências e outras entidades civis. E funcionam  dia e noite, sem parar.

Pode parecer invasivo, mas os moradores locais costumam dizer com orgulho que a segurança não é um problema em Singapura. O que mais os assombra é o medo do desemprego. Por mais que apenas 2% da população esteja nessa situação, não há nenhum benefício para os desempregados nesse país com um altíssimo custo de vida.

Ficar doente também não é opção, já que os planos de saúde também são super caros. Mas o governo oferece ajuda com moradia e alimentos. Tanto que um dos moradores com quem conversei na cidade disse, orgulhosamente, que ninguém passa fome por lá.

Ele resumiu o lifestyle em Singapura desse jeito

Eat, Work, Sleep, Repeat. Ou seja, comer, trabalhar, dormir e repetir.

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Ah, sim, todos têm onde dormir.

A maioria vive em apartamentos governamentais, quase 80% são proprietários. E se “dormir na praça”, o Seu Guarda não vai ouvir chororô… isso dá cadeia!

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Passeio 0800

Se você quer conhecer Singapura e se assustou com os altos custos que menciono aqui, aproveite estas dicas para economizar:

  • Se o seu vôo tem uma escala longa no aeroporto do Chiangi, você pode fazer um tour de graça e ver o basicão da cidade.
  • Se tiver tempo, é fácil ficar na última parada do passeio e usar o MRT para visitar Bugis (o bairro do agito), os Bothanic Gardens, a Little India ou a Chinatown.
  • Preste atenção ao horário, porque os trens param às 23h, e tenha em mãos alguns dólares locais pra comprar o bilhete na máquina.

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Esse, inclusive, era meu plano inicial!

Fiz o freetour (é só perguntar em qualquer balcão de informações do aeroporto), fiquei no último ponto, dei um rolê de MRT e voltei no último horário porque só voaria de novo de madrugada.

ganhei de bônus os outros dias de hospedagem e alimentação, tudo por conta da companhia aérea — e de um vulcaozinho que resolveu soltar cinzas na atmosfera.

20151104_081850Quem passa sempre aqui já conhece essa história.

Para saber mais, volte algumas casas alguns posts…

Siga viajando comigo

singapura- blusa mango (2)Esta semana eu publico as outras trilhas e histórias.

Fiquem com o clipe do Z-Tao e até o próximo post!

 

Beijos, Prats

 

6 Replies to “Entreorelhas – Singapura”

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